Peru: Santiago Queirolo

Queirolo

Começo essa postagem da mesma maneira que a anterior: depois de um longo período de inatividade volto ao blog para continuar a contar sobre minha viagem ao Peru.

A outra vinícola que visitei no Vale de Ica foi a Santiago Queirolo, bodega que foi fundada pela família Queirolo em 1880, logo após imigrarem da Itália para o Peru em 1877. Em 1906 a bodega passou a produzir vinhos com rótulos próprios, mas foi só a partir de 2000 que a terceira geração da família decidiu por investir na elaboração de vinhos finos, comprando novos vinhedo no Vale de Ica, plantando uvas europeias e modernizando a vinícola.

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Peru: Viña Tacama

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Depois de um longo período de inatividade volto ao blog para continuar a contar sobre minha viagem ao Peru.

A primeira das duas vinícolas que visitei no Vale de Ica foi a Viña Tacama, bodega que diz ter o vinhedo mais antigo da América do Sul, implantado no século XVI, por volta de 1540, com vinhas trazidas pelos espanhóis das Ilhas Canárias. Conta a história que foi a partir dessas vinhas que a cultura se espalhou pelo Chile e depois Argentina. Desde 1920 a bodega possui laços com a viticultura francesa, importando tonéis, máquinas, técnicos e vinhas, sendo a produção até hoje influenciada pelos diferentes consultores franceses contratados pela bodega ao longo dos anos.

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Montepulciano: Podere le Berne

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Terminando de comentar a viagem do ano passado para falar sobre a desse ano…

A vinícola Le Bèrne foi fundada por volta de 1960 por Egisto Natalini e seu filho Giuliano, que decidiram investir na produção de vinhos com base nas tradições regionais. Hoje a vinícola continua nas mãos da família Natalini, sendo administrada por Andrea Natalini, neto do fundador. Le Bèrne é uma vinícola de pequeno porte e estilo tradicional que possui em torno de 21 hectares, dos quais 10 são ocupados por vinhedos.

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Montepulciano: Cantine Dei

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Continuando a comentar sobre minha viagem ano passado, em Montepulciano fomos a vinícola Cantine Dei. O vinhedo de Bossona é de propriedade da família Dei desde o ano de 1964, por volta de 1970 foi adquirida a propriedade de Martiena, onde hoje está instalada sua vinícola. No entanto eles não elaboravam vinhos e as uvas produzidas eram comercializadas. Apenas em 1985, uma safra excepcional, devido a evidente grande qualidade das uvas, eles resolveram vinificar, em uma antiga cantina no centro histórico de Montepulciano, suas primeiras garrafas de Vino Nobile e desde então não pararam mais.

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Montepulciano: Nottola

Nottola

Colocando em dia minha dívida com o blog em relação aos posts da viagem que fiz em meados do ano passado…

Nossa primeira parada em Montepulciano foi a vinícola da Azienda Agricola Nottola. Chegando lá nos chamou atenção os belos prédios onde funcionam hotel e restaurante da própria vinícola. Agora pesquisando no site deles, descobri que as construções (denominada Villa Bracci), com típica arquitetura toscana, são do século XVIII e eram residência de campo da famíla Bracci.

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Montalcino: Poggio Antico

Poggio Antico

A Poggio Antico é uma vinícola de médio porte que, de certa forma, consegue manter em sua produção e estrutura os estilos moderno e tradicional ao mesmo tempo. Localizada em uma propriedade com 200 hectares (ha) e paisagens variáveis que englobam florestas, campos, oliveiras e vinhedos, a vinícola produz principalmente Brunello di Montalcino (três diferentes rótulos), além de Rosso e dois diferentes rótulos de super toscanos.

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Chianti: Barone Ricasoli

Ricasoli

A Barone Ricasoli é considerada a mais antiga vinícola na Itália e a segunda mais antiga do mundo. Desde o ano de 1141, quando o Castello di Brolio passou para o controle da família Ricasoli, a propriedade está relacionada com o vinho. E no controle do castelo e da vinícola a mesma família (Ricasoli) permanece até hoje, tendo resistido aos conflitos entre Florença e Siena na idade média, à peste negra no século XIV, ao domínio dos Medicis dos séculos XV ao XVIII e às duas grandes guerras do último século.

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