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Dal Pizzol 200 Anos Touriga Nacional 2012

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Atrasado, mas cheguei!

Vinho comentado para a #CBE desse mês, cujo tema foi “um tinto nacional sem passagem por madeira e sem limite de preço”, escolhido pelo colega Evandro Gonçalves do blog Vinhos que Provo.

Ele estava assim:

Na taça tinha cor vermelho rubi límpido e transparente.

No nariz me lembrou cereja, framboesa e algo floral. Álcool um tanto em excesso, mesmo depois de algum tempo (60 minutos) aberto.

Na boca tinha corpo leve a médio, taninos finos bem macios, mas apresentou uma acidez forte demais para o conjunto, além do álcool que apareceu de novo, um pouco quente. Melhorou se bebido mais gelado, tendo em vista que os taninos não incomodaram, tendo o álcool e a acidez ficado mais disfarçados. Paladar com sensação de leve adocicado, com notas de frutas e leve apimentado. Persistência boa.

Não gostei do vinho. Me pareceu bastante desequilibrado, acidez e álcool fora do lugar. Gelado deu para beber, mas bom não ficou.

Se alguém que ler o post já bebeu esse vinho e gostou, comenta aí. Talvez foi a garrafa que abri que não estava legal.

Tem uma galera de outros blogs falando bem dele, mas ninguém bebeu a mesma safra que eu (safra): Falando de Vinhos (2007); Enodeco (2009); O Tanino (2009); Papo com Bacco (2009); Vinho para Todos (2007 e 2009); Escrivinhos (2010); Blog do Jeriel (2011); NoGole (2011); Vinhos de Minha Vida (2011); Vinho por 2 (2011)

Resumo do vinho:

Nome: Dal Pizzol 200 Anos Touriga Nacional

Vinícola: Dal Pizzol

Região: Serra Gaúcha, Brasil

Teor alcoólico: não anotei

Safra: 2012

Uva: Touriga Nacional

Preço: R$ 54,90

Comprado em (mês/ano): Supermercados Zona Sul (08/14)

Bebido com (data):  Sozinho (02/08/2014)

Nota: 1,5 em 5 pontos.

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3 pensamentos sobre “Dal Pizzol 200 Anos Touriga Nacional 2012

  1. Pingback: Dicas de tintos brasileiros sem passagem por madeira | Contando Vinhos

  2. Minha opiniao foi diferente. Achei equilibrado. Ate’ evoluido apesar de jovem e nao passar em carvalho. Acidez viva e taninos domados. Corpo elegante. Frutas vermelhas intensas e persistentes no nariz e na boca. Foi seguido por um Nebbiolo d’Alba, e achei ate’ q houve uma queda de qualidade.

    • Pois é Eduardo,

      Já ouvi muitas pessoas falando bem desse vinho… Não entendo o que aconteceu, pois cheguei a trocar a primeira garrafa que abri de tão ruim que estava. Acredito que possa ter sido um lote de garrafas ruins o que eu peguei.
      Vou pensar em dar uma nova chance a ele.

      Obrigado por comentar!

      Abraço,
      Jorge

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